segunda-feira, dezembro 18, 2006

Soneto para um dia de sol


Como se fosse novo amanhecer
o sol sorri, o mundo se alegra
Aos meus olhos, somente faz arder
Eu morri ontem, meus dias o tempo agrega

E de tanto viver, já me esqueci
de Deus e dessa coisa universal que nos envolve
de tanto pensar não amanheci
os meus olhos: lagrimas. Comove?

Não, também não penso mais em felicidade
esse sonho, incrivel: como tudo passou...
Esse mal, invisivel, meu amor, findou-se

E do fim o sol retorna e
renova o que das trevas deixou
Hoje é um dia de sol